Cozas

sexta-feira, 31 de outubro de 2014












"A teoria da modificabilidade cognitiva Estrutural (MCE), formulada pelo psicólogo israelense Reuven Feuerstein, baseia-se na premissa de que existe um potencial de aprendizagem a ser desenvolvido por qualquer sujeito, independente de sua idade ou origem étnica ou cultural.

De acordo com Feuerstein, a maioria de nós apresenta uma série de "funções cognitivas deficientes", ou seja, nossos processos mentais raramente operam em um nível ótimo de funcionamento. A partir de uma avaliação adequada, e com o auxílio de instrumentos concretos de apoio psicopedagógico, a grande maioria dos indivíduos torna-se então capaz de desenvolver essas potencialidades. - Wikipedia".
Por Ariana L. Prestes

Carlos Lyra: Primavera

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Primavera by Carlos Lyra e Dulce Nunes on Grooveshark

O meu amor sozinho
É assim como um jardim sem flor
Só queria poder ir dizer a ela
Como é triste se sentir saudade

É que eu gosto tanto dela
Que é capaz dela gostar de mim
Acontece que eu estou mais longe dela
Que da estrela a reluzir na tarde

Estrela, eu lhe diria
Desce à terra, o amor existe
E a poesia só espera ver nascer a primavera
Para não morrer

Não há amor sozinho
É juntinho que ele fica bom
Eu queria dar-lhe todo o meu carinho
Eu queria ter felicidade

É que o meu amor é tanto
É um encanto que não tem mais fim
E no entanto ela não sabe que isso existe
É tão triste se sentir saudade

Amor, eu lhe direi
Amor que eu tanto procurei
Ah! quem me dera eu pudesse ser
A tua primavera e depois morrer


Por Ariana L. Prestes

Lontrassss!!!

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Esse bicho, no dia de hoje, está a me causar um retardo! Não consigo parar de procurar sobre e é tãooooooooooo...

Tirem suas conclusões!

:3

Por Ariana L. Prestes

Secos e Molhados: Primavera nos dentes

quarta-feira, 24 de setembro de 2014


Quem tem consciência pra se ter coragem
Quem tem a força de saber que existe 
E no centro da própria engrenagem 
Inventa contra a mola que resiste 

Quem não vacila mesmo derrotado 
Quem já perdido nunca desespera 
E envolto em tempestade, decepado 
Entre os dentes segura a primavera


Por Ariana L. Prestes

Palestras Importantes

sábado, 20 de setembro de 2014


Um problema, que em nenhum momento da minha vida foi tão notável, exposto nestas palestras de maneira importante à reflexão.

A meia compreensão das coisas, o equívoco sobre a importância do eu - Ignorâncias resignadas, mantidas e levadas preguiçosamente pela sociedade como algo completamente normal.

Convido-lhes a assistir, e empregar um pouco de atenção.





Por Ariana L. Prestes

Guilherme Braga - Perguntas e Respostas

Por Ariana L. Prestes

Tristeza

terça-feira, 16 de setembro de 2014



Não consigo acreditar que Rousseau tem mais direito que eu, ou qualquer outro sobre achar de si um ser humano diferenciado... Pois então, eu ainda uso humildade. No caso do gênio, o mesmo se coloca como um ser o único e fora dos padrões sociais. 

 Se eu pudesse, encontraria Rousseau e diria a ele que não é o único. Que o acolhimento da sinceridade, e cito aqui referência, está em mim, antes dele mesmo ter-me apresentado:


"[A diferença que existe entre o meu homem verdadeiro e o da sociedade é que este é rigorosamente fiel a toda a verdade que nada lhe custe]
A santa verdade que seu coração adora não consiste em fatos indiferentes e nomes inúteis, mas em atribuir com fidelidade a cada um o que lhe é devido nas coisas que de verdade são suas, imputações boas ou ruins, retribuições de honra ou censura, de louvor ou repreensão. Ele não é falso com os demais, por que sua equidade não o permite e por que ele não quer prejudicar alguém injustamente, nem a si mesmo, por que sua consciência não o permite e porque ele não conseguiria atribuir-se o que não é seu. 

É sobretudo à sua reputação que ele se apega.


Jean Jaques Rousseau – Os devaneios do caminhante solitário."

Por Ariana L. Prestes

Hiroshi Yoshida

sábado, 13 de setembro de 2014



Embriagai-vos
É necessário estar sempre bêbado. Tudo se reduz a isso; eis o único problema. Para não sentirdes o fardo horrível do Tempo, que vos abate e vos faz pender para a terra, é preciso que vos embriagueis sem cessar. Mas – de quê ? De vinho, de poesia ou de virtude, como achardes melhor. Contanto que vos embriagueis.
E, se algumas vezes, sobre os degraus de um palácio, sobre a verde relva de um fosso, na desolada solidão do vosso quarto, despertardes, com a embriaguez já atenuada ou desaparecida, perguntai ao vento, à vaga, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntai-lhes que horas são; e o vento, e a vaga, e a estrela, e o pássaro, e o relógio, hão de vos responder:
- É a hora de embriagar-se! Para não serdes os martirizados escravos do Tempo, embriagai-vos; embriagai-vos sem tréguas! De vinho, de poesia ou de virtude, como achardes melhor.

Charles Baudelaire, Petits poémes en prose, 1869.





Desejo embriagar-lhes neste blog, de virtude. Vou permanecer sempre a postar, mesmo que forma desritmada, aqui. Com prazer e a intenção de compartilhar o que eu acredito ser de melhor -Que eu conseguir encontrar.
Eu gosto deste período da história, da informação e de alguns pontos da liberdade. 

Eu quero seguir, e quero estes que retornam, sigam a valorizar, mesmo que em silêncio.
É bom ver que vocês voltam aqui.

Por Ariana L. Prestes