Receitas da Carochinha:

Nós não vamo pagá nada!

sábado, 5 de agosto de 2017

*

Sejamos Carochas!

Tem que dá lugar


pros gringo anda;


Por que o aluguel


Eles quem vão pagáaa!


Que luxo este importado no Rio de Janeiro! - Sabor especial por vir de graça da feira
#Recycle 

Eu sempre quis muito 

mesmo que parecesse ser modestuuuu!

Ohhh, Juro que eu não presto!

Arrest me my friend!!! 

Cozzzz...

I'm not the only oneeeee

Yeaahhhhh!


Poxa, e hoje Schubert acorda me falando algo excêntrico:
            -"Sonhava que estava falando com você, assim onde você está mesmo; E logo se transforma na minha vó!"


“Ao amar outra alma em volta”

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Eu gosto do seu carinho
Pois me toca
Deve ser nosso pouco de roça
Violando o sentido deles.

À tanta injúria torta,
Quem sabe ao giro da roca
Do ponto místico quem toca
Tais nasais se desentorta.

E  perdoe elegante moço,
É que em estafo e alvoroço 
Eu renasço,
Prevaleço
Ao sentimento que me aporta.

Quando há tempos não dissolvia
Nas vigas que fecham a porta
Pois dessemelhantes são vias
Em dura alma tão morta.

Porém, já sem reviravolta
Amor. Oh, seu bendito venço
Transando no que convenço
Em dissonâncias dum assovio:
“Ao amar outra alma em volta”.

Cosmogônica


Alterações biológicas são um conceito de realidade cosmogônica.

Gênio incompreendido;
Não. Jamais mencionaria isso.
Minha genialidade morre a cada gafe intelectual que profiro e virei proferir
Meça às prosódias erráticas de Caetano.
Só que;
É a moral dessa ofensa que decorre ao mito
Gênio incompreendido,
Eu?
Dentre os dez mil outros cérebros gênios pensantes 
nesse exato instante
Penso quase aflito
Eu?
Não sou nada.



Mas
E o torus?
E os horizontes bacanas,
de eventos legais...
Algum outro me indica?
Na clarividência de uma mecânica tão exata
da Natureza e do virtu.
O que está subtendido?
Sem excêntrica 
Meta do vírus,
que deu em nós
Que é toro?
Qual realidade se enquadra...
Forquilha? Axis?
Uma crítica mal pensada!?


Vestidos de rotos e manchados panos
Circulando rotas de longas estradas 
Vêem-se jazer sem nunca ter qual Pessoa;
Em traçantes, por fado em bom grado 
destinos de gêmeos dados 
Consistentes caminhos planos
da solidão conformados
Ao mérito do conforto dado
quando se batem
Ressoam
Combatem
Alardem
Ao deleite do extasio
De mesmo jeito
Como que em transe 
Invadem
Confundem
Se expandem
Gênios da razão.


Mas se vírus?
Por fim
Quem seriam?
Incompreendidos gens
Labor...
Labi... An...
Labirínticando 
Saberes 
destes desconexos marginais;
De vias, 
Veias,
Viés...
Forcas do lúmen
Força da barra 
pra o estarrecer.

Seriam pais
gênios sem perdão
Seriam meus ais da incompreensão.
Ou somente, talvez os meus erros de pontuação.
(?*)

Isto não é um poema:
É um Conto do Vigário!

sábado, 1 de julho de 2017

Empresta-me a caneta Senhor, pra que eu possa escrever mais uma poesia.
- Mentira.
Eu não teria dito isso; Algo tão pequeno e fútil sempre tem uma carga de condenação pesada nesse país... Direi então pra melhorar: uma Ata... Protocolo... Boletim de Ocorrência... Coisas das quais eles estejam mais acostumados a inclinar-se e respeitar.
Inicia o dia as 10hs e graças aos Argentinos estão abertas as portas da pedincharia pra que eu sempre tenha that diary free coffe – Afinal, algo deveria funcionar nesse 1º fajuto mundo que popularizam e midiatizam.
Café numa manhã do fim de junho, ao sol de um Estado quente. – Não sente calor com esse casaco garota? Pergunta um senhor – e eu, o que eu sinto, o que sinto? Calor?
Depois dessa, reacende até o crime político latente. Se fosse meramente o calor um problema, não me manteria exemplar sulista no Rio de Janeiro.
Mais uma fase, mais um mês que se vai – Parece que o eixo da terra vai mudar de posição, pelo menos. Há 26 mil anos, em setembro essa coisa vai acontecer... Mas e Ariana, as novidades? Outro poema/desabafo? Segue a triste solidão?
Quiçá encano nessas supostas naves quais estão com olhos vorazes voltados para o nosso chão por influência do magnetismo excêntrico que trará tal modificação na geologia e clima. Seria bom, ein? Me faz recordar dum poeméco que escrevi quando passei sufoco querendo matar com uma lança e sendo ameaçada de morte naquela mentira


Diretas agora!

Diretas Já!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017



Olá leitores;
Vou aproveitar a deixa de ter fácil acesso a internet, e ainda - calma,
Para expor coisas importantes nesse momento.
Vim parar no Rio de Janeiro por amor a música, curiosidade, espírito Pirata Espanhol e vontade própria - Depois de alguns crimes e golpes sofridos no meu Rio Grande do Sul - passei a viajar para aspirar a minha cultura, redescobrir-me num lugar e desenvolver minhas competências intelectuais no intuito de engrandecer os diálogos e discursos pró vida.

Estive apavorada até hoje, confesso.
Surtada - E é verdade!

Nunca imaginei que o  Estado estaria em tal situação de miséria, descaso e abandono.
E o povo então!?
Cheguei aqui Ariana Prestes;
Até então nunca ouvi falar tanto desse tio avô do qual pouco me importava por problemas que tive na família - Meu pior problema com a família foi àquele condizente à cultura e intelectualismo...
Chegando aqui, com esse sobrenome, me parece que não posso desistir de procurar tentar mudar esse quadro político;
Alguma onda, que seja, precisa propagar-se... Ou preciso fazer parte de algo...

Isso não pode ficar assim!

Depois do choque que tive?
Da falta de classe - Entendam em todos os âmbitos essa sentença - pois sim, fui longe na ambiguidade aqui.
Da falta de interesse?
De cultura;
Educação?
Valores?

Vão esperar passar o Carnaval?
Eles não esperam: Notícia do dia 1º (num domingo).

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Eu, Ariana Prestes poderei sim esperar o Carnaval passar;
Pelo ano letivo que se inicia,
Pelas possibilidades de bolsas (que a princípio não serão nada simples de conseguir)
E pela movimentação do povo nas ruas;
Eu, Ariana Prestes estou vendo o afunilamento dos acessos do povo
Desde o desuso da cidade pela maioria - A cidade que por si já é aberta;
Nossas praças, nossos centros de integração
Até a restrição do atendimento ao público quanto aos direitos básicos sociais
- Saúde, Cultura, Educação -

Vou ficar aqui, até depois do Carnaval
Mas pelas Diretas!
E Diretas Já como um grito do povo!
O Povo tem que revindicar, reagir e resistir!
Principalmente nesse momento;
Onde as reformas não estão sendo empregadas em benefício da maioria.


PEC já foi;
Não há nada novo
E as coisas devem mudar!




Ticket revolução em A4, frente e verso:
Drive, alta resolução


2017, pequenas revoluções,
Grandes Resultados.

à 2017.

domingo, 1 de janeiro de 2017



Esse é uma palestra,
Onde há a síntese de conhecimentos dos quais eu, com todo o carinho do mundo, gostaria de transmitir aos meus amigos.
Não me venham com essa de que -Ah, ela quer dizer que sabe.. Não, meus caros. Eu apenas - há muito tempo - pesquiso.
Isso daqui não é uma palestra chata; cheia de terminologias teóricas (pra que terminologia mais teórica que a contagem de um número após o outro - 2017).
 Isso daqui é o video, de um Simposium, onde estão citadas inúmeras das minhas referências.
Duas delas, as mais importantes:
Sócrates e o amor.
É engraçado falar dessas duas movimentações históricas (sugestionamos assim), como coisas essenciais e inegáveis
 - Horas, Sócrates e o amor.
O que isso resolve no mundo afinal?
Conceitos tão antigos;
Ambiguidade das opções...
Mas não me importa;
Devo passar a diante, que os conceitos precisam ser revistos -
 - TODO O TEMPO -
 Não há um momento para consciência;
 Mas a consciência nos momentos.
 O modo de pensar deve mudar;
Sendo sempre percebido assim. 
É maneira sadia de nos reavermos sempre;
Buscando nós em nós mesmos.

 Estamos passando por momento de atrocidade política.
Golpes, em cima de golpes e mais golpes.
O dinheiro tomando as rédeas de forma generalizada!
O poder central - São as famílias mais ricas;
Os militares (que sempre reinaram no Brasil)
Sem contar que,
O mundo está de olho no nosso país.
 Não é chatice política,
É fato!
Viveremos novamente, e agora de forma muito mais visceral, a manipulação escrachada como fantoches do sistema.
Seremos bonecos nesse ano que veio, e no próximo...
Assim, até o ponto no qual estaremos em calamidade e nada mais poderá ser feito.

 Sim, somos um país maravilhoso;
Receptivo, cheio de boa vontade e integridade.
Mas isso também não pode ser levado ao extremo.
Os antigos chineses simbolizaram a harmonia em uma forma tangível;
Indiscutível.
Há necessidade de compreendermos que In está dentro do Yang, e vice e versa.
Que não há um sem o outro;
Que as polaridades devem se encontrar.

 Somos pacíficos, isso é belo.
Um exemplo;
Mas se levamos em conta apenas 500 anos de movimento cultural..
Quando Europa já havia sido massacrada por guerras inimagináveis
 - Foram mais de 10 mil anos de guerras!
Devemos repensar até onde ausência de espírito, da perspicácia, da atitude nos trará benefício.

Não podemos levar tudo ao pé da letra;
Em 2017, a necessidade é a consciência.
Agir conforme a razão.
 Mas agir!
 É a única coisa que posso trazer de bom quando ando nas ruas e interajo com todos - Com todos, mesmo!
Farei sempre esse incentivo;
Pois nunca me basta à aflição de saber quantos não o fazem;
...Como motor locomotivo do impulso de fazer o contrário.
 Espero que seja um ano onde poderemos agradecer e sentirmo-nos agraciados pela vida.
Que seja um ano onde eu veja, gente com a mesma minha disposição, pra engrandecer o poder de influência.
Que seja um período onde privilegie-se o bem comum, à cima de tudo;
Ser incondicional.

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